Doação Temporária de Útero
Útero Substituto: quando o amor por um filho atravessa todas as barreiras
Algumas mulheres têm óvulos saudáveis, mas não podem gestar por ausência ou comprometimento do útero. Para esses casos, a gestação de substituição — realizada por uma parente próxima disposta a gestar o embrião do casal — representa uma possibilidade concreta de maternidade.
Quando é indicado?
- Ausência congênita ou cirúrgica do útero (síndrome de Rokitansky, histerectomia)
- Malformações uterinas que impedem a implantação
- Falhas repetidas de implantação sem causa aparente
- Condições de saúde graves que contraindicam a gestação
- Casais homoafetivos masculinos (dois homens) que desejam filhos biológicos
Quem pode ser a portadora?
Regras CFM — Resolução 2.294/21: A portadora deve ser parente da doadora de gameta até 4º grau de parentesco. Pode ser mãe, irmã, tia, sobrinha ou prima. A gestação deve ser gratuita e voluntária. É necessário registro em cartório e pode requerer autorização judicial. Para casais homoafetivos masculinos, a maternidade é registrada por decisão judicial.
Como funciona?
- Estimulação ovariana e coleta dos óvulos da doadora de gameta
- Fecundação com o sêmen do parceiro ou doador
- Preparação do útero da portadora com hormônios
- Transferência do embrião para a portadora
- Acompanhamento da gestação
Nosso papel
A equipe da Fértil orienta o casal em todas as etapas médicas, psicológicas e burocráticas. Trabalhamos em conjunto com advogados especializados para garantir segurança jurídica em todo o processo.
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Quem pode ser a portadora do útero (gestação de substituição)?
Segundo a Resolução CFM nº 2.294/2021, a portadora deve ser parente da doadora de gameta até o 4º grau de parentesco — podendo ser mãe, irmã, tia, sobrinha ou prima. A gestação deve ser voluntária e gratuita, com registro em cartório e, em alguns casos, autorização judicial. Mulheres com fatores de infertilidade feminina que impossibilitam a gestação podem se beneficiar desse recurso.
É possível a portadora ficar com o bebê?
Não. Juridicamente, o bebê pertence ao casal que forneceu os gametas (óvulo e espermatozoide), unidos por meio da fertilização in vitro. A portadora assina documentos formais antes do procedimento, e a filiação é registrada em cartório. Em alguns casos pode ser necessária autorização judicial — a equipe da Fértil orienta o casal sobre todos esses trâmites.
E se a portadora não for parente até o 4º grau?
A Resolução CFM 2.294/21 exige que a portadora seja parente da doadora de gameta até o 4º grau de consanguinidade. Casos que não se enquadram nessa regra precisam de autorização judicial específica. Nossa equipe orienta sobre todas as possibilidades legais disponíveis, incluindo alternativas como o programa de ovodoação.
Casais masculinos (dois homens) podem usar esse recurso?
O valor varia conforme a necessidade de medicações, exames complementares e o número de tentativas envolvidas. Como cada caso é avaliado individualmente, o orçamento é apresentado após a consulta inicial. Para conhecer as condições de pagamento e o programa de acesso da clínica, consulte nossa página de custos dos tratamentos.
Quanto custa o processo de gestação de substituição?
Sim. Em alguns casos, a ovodoação é associada a outras técnicas, como o programa de ovorecepção ou, quando há contraindicação para a gestação, à doação temporária de útero. A equipe médica da Fértil avalia o histórico da paciente para indicar a combinação mais adequada dentro do conjunto de tratamentos de fertilidade oferecidos pela clínica.
Como agendar uma avaliação para a gestação de substituição?
O primeiro passo é conversar com a equipe da Fértil para entender o histórico clínico e esclarecer dúvidas sobre o processo. O agendamento pode ser feito diretamente pelo WhatsApp ou através da nossa página de contato, e a partir daí os próximos passos da avaliação são organizados conforme a necessidade de cada paciente.
📚 Referências Científicas
- Human Reproduction (Oxford Academic): academic.oup.com/humrep – Revista de referência com pesquisas originais, meta-análises e estudos clínicos em reprodução humana.
- Fertility and Sterility (ASRM): fertstert.org – Foco em endocrinologia reprodutiva, fertilidade e guidelines clínicos.
- Human Fertility (Taylor & Francis): tandfonline.com/journals/ihuf20 – Pesquisas sobre fertilidade humana, infertilidade e aspectos clínicos.
- WHO – Infertility facts and guidelines: who.int/…/infertility – Dados globais, manuais laboratoriais e diretrizes oficiais.
- Reproduction (Society for Reproduction and Fertility): srf-reproduction.org – Publicações em biologia reprodutiva.
- Human Fertility Database: humanfertility.org – Dados demográficos detalhados de fertilidade.
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Dr. Orestes Prudêncio
Especialista em Reprodução Humana pelo Hospital das Clínicas-UFMG | Crm
Sou o Dr. Orestes, sócio fundador da Fértil, Clínica de Reprodução Humana. Nós temos como propósito realizar o sonho dos casais de conceber uma nova vida!
Para isso, contamos com equipe multidisciplinar composta por especialistas em reprodução humana, ginecologistas, obstetras, entre outros.
Quando a mulher está tentando engravidar, mesmo que mantenha relações sexuais regulares com o parceiro, o sexo só pode resultar em gravidez em um curto período de tempo, conhecido como período fértil ou janela fértil.
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